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NOTÍCIA DESTAQUE

No dia 27 de julho, o Halestorm lançou o seu quarto álbum de estúdio, gravado no começo do ano em Nashville e produzido por Nick Raskulinecz. "Vicious" conta o 'Uncomfortable', 'Black Vultures' e 'Do Not Disturb', ouça agora!

  • Halestorm recebe nomeação ao Grammy Awards 2019

    Hoje, a maior premiação de música, Grammy Awards, divulgou a lista dos nomeados para a 61ª edição que acontecerá em 2019 e pela segunda vez, o Halestorm foi nomeado em uma categoria.

    A banda concorrerá na 12ª categoria,"Melhor Apresentação de Rock" com o single 'Uncomfortable' ao lado de nomes como Arctic Monkeys, Chris Cornell, The Fever 333 e Greta Van Fleet.

    A premiação acontecerá no dia 10 de fevereiro de 2019 no Staples Center, em Los Angeles.

    Para relembrar:
    Em 2013, o Halestorm ganhou o prêmio na categoria de "Melhor Apresentação de Hard Rock/Metal" com o single 'Love Bites (So Do I)':
  • Lzzy Hale canta o hino nacional dos Estados Unidos em jogo de hóquei

    Na noite de ontem, Lzzy Hale esteve no jogo de hóquei dos times Syracuse Crunch e Binghamton Devils realizado no estádio Oncenter War Memorial Arena, em Syracuse, para cantar o hino nacional dos Estados Unidos em convite do time da casa que ainda a presentou com uma camisa jersey com o seu nome e segundo ela, número preferido.

    Vídeo:

    Fotos:
  • Lzzy Hale e Nita Strauss se apresentam na abertura do WWE Evolution

    Nesta noite, Lzzy Hale e a guitarrista Nita Strauss fizeram uma apresentação de abertura no WWE Evolution, o primeiro pay-per-view feminino da história. O evento aconteceu no Nassau Veterans Memorial Colisem em Uniondale, Nova Iorque.

    Vídeo:
    Em seu Instagram pessoal, Lzzy repostou algumas fotos e deixou seu agradecimento:

    Muito obrigada ao WWE, Paul (Triple H), minha irmã Nita e todas as mulheres do WWE Evolution por me receberem! Que evento histórico para se fazer parte! 

    No começo do mês, Lzzy fez uma playlist no Spotify para comemorar o evento:
  • Behind the Scenes: Do Not Disturb

    A banda publicou em seu canal no YouTube, os bastidores de gravação do clipe do atual single, 'Do Not Disturb'. O clipe foi dirigido por Roboshobo (também conhecido como Robert Schober), que também trabalhou com bandas como Metallica, Alice In Chains, Mastodon, Disturbed, Green Days e outros.

    Confira:

    "Eu me diverti muito com um homem e uma mulher alguns anos atrás, em uma incrível turnê no exterior. Foi uma dessas situações em que eu estava indo para outro país no dia seguinte e eu nunca mais veria essa mulher, então foi apenas esse momento de liberdade: Vale tudo. A primeira frase da música 'Acho que deveríamos nos pegar' ['I think we should make out']', foi para quebrar o gelo. Me lembro de pegar o vôo no dia seguinte. Eu virei a placa no quarto do hotel para 'Não Pertube [Do Not Disturb]' e fiquei: 'Ah, eu deveria sobre escrever isso.' (Risos)" contou Lzzy Hale em entrevista ao site Revolver Mag
  • Consequence of Sound: Lzzy Hale fala sobre álbum 'Vicious' e algumas músicas Pt.2

    Neste post, vocês podem conferir a segunda parte da entrevista da Lzzy Hale ao site Consequence of Sound, a guitarrista/vocalista falou sobre o processo de composição e gravação do álbum 'Vicious', o qual foi produzido por Nick Raskulinecz em Nashville.

    Leia abaixo:
    SOBRE SEUS SENTIMENTOS DE AUTO-DÚVIDA E OS OBSTÁCULOS NA PRODUÇÃO DO ÁLBUM VICIOUS
    Eu percebi há alguns anos que minha paixão também se tornou minha aflição, na medida em que eu não posso realmente desligá-la. Então estou escrevendo apenas pelo prazer em escrever, sempre. Mas, seis meses antes de estarmos planejando entrar no estúdio, eu e meus colegas de banda, estávamos conscientemente escrevendo para o próximo álbum. E escrevemos várias músicas e, para encurtar a história, não gostamos de nenhuma delas. Nós escrevemos um pouco mais de 15 músicas, e todos nós nos sentamos juntos e ficamos como se talvez este fosse o álbum, mas não era emocionante. Quase parecia que estavam apenas tentando agradar a todos. Você quase pode ouvir um pouco de desespero nele, foi como ok, o refrão foi definitivamente escrito por causa do rádio e aqui está a parte dois de "I Miss the Misery", porque isso foi bem sucedido, mas não foi emocionante para nós.

    E então decidimos descartar todas essas músicas e começar do zero no estúdio. Nós fomos ao estúdio com quase nada e eu disse a Nick, "Ei cara, estou um pouco perdida". Porque você abaixa esses buracos de coelho em sua cabeça, você diz: "Ok, eu estou mais animada com isso. Posso escrever algo que tenha aquele fogo que me colocou nisso no começo?" e então você desce em outro buraco de minhoca, onde você está tipo “Eu mereço estar aqui?”. Nós tivemos tanto sucesso e há tantas pessoas que estão prestando atenção no que fazemos. Posso fazer algo inspirador? Então, sim, eu estava um pouco desanimada porque essa banda é muito mais do que uma escolha de carreira para mim. É uma extensão da minha personalidade. Eu dou o meu melhor por causa dessa jornada e dessa banda. Então, quando essas coisas acontecem, eu acho que levo um pouco demais para o coração.

    Há esse equívoco de que você tem algum sucesso como banda, sabe, nós fizemos uma turnê pelo mundo, ganhamos um Grammy, estamos no nosso quarto álbum em uma grande gravadora, ainda gostamos um do outro como uma banda, mas há esse equívoco que fica mais fácil. Realmente não. Só fica mais complicado quando você começa a adicionar todos os diferentes aspectos da política do negócio.

    Então, Nick basicamente disse: “Você tem que procurar o que te motiva. Então, eu quero que você entre no estúdio, todos vocês, vamos esquecer o mundo”. Seu estúdio na época era numa pequena cabana na floresta, próximo a saída de Nashville. Não havia nada por perto.Então, o Nick meio que se tornou o quinto membro da banda, ele não ficava a mais de alguns metros de nós, o tempo todo. E acabamos gravando essas músicas enquanto as escrevíamos.

    Mas eu olho para trás e acho que realmente precisei escrever esse álbum, porque há coisas que estou tentando resolver, como a propriedade de tudo o que você é, independentemente da opinião das pessoas sobre você. E então, o aspecto de sobrevivência de "Olha, eu ainda estou aqui, eu ainda estou me movimentando". E honestamente, a força para alcançar fora de si mesmo e realmente superar esses lugares sombrios que todos têm dentro deles. Para mim, eu quase precisava disso como uma forma de terapia para mim.
    Vicious no YouTube:

    Vicious no Spotify:

  • Halestorm divulga clipe para a música 'Do Not Disturb'

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    Nesta semana, no dia do aniversário de Lzzy Hale (10), a banda lançou o clipe para a música "Do Not Disturb", a qual faz parte do novo álbum Vicious.



    Em entrevista ao site Revolver Mag, Lzzy contou sobre o significado da música escrita para o álbum:

    "'Do Not Disturb' é baseado em uma história verídica minha sobre uma noite muito divertida que eu tive no exterior e tudo começou com a fala "'Acho que deveríamos nos pegar' ['I think we should make out']", disse a vocalista Lzzy Hale. "E já que é outubro... os meninos e eu decidimos deixar a história um pouco assustadora com alguns pequenos exageros."

    "Eu me diverti muito com um homem e uma mulher alguns anos atrás, em uma incrível turnê no exterior", nos disse Hale. "Foi uma dessas situações em que eu estava indo para outro país no dia seguinte e eu nunca mais veria essa mulher, então foi apenas esse momento de liberdade: Vale tudo. A primeira frase da música "Acho que deveríamos nos pegar' ['I think we should make out']", foi para quebrar o gelo. Me lembro de pegar o vôo no dia seguinte. Eu virei a placa no quarto do hotel para "Não Pertube [Do Not Disturb]" e fiquei: "Ah, eu deveria sobre escrever isso." (Risos)"
     
  • Vídeo em 360º: I Am The Fire e Uncomfortable

    Hoje, o Halestorm compartilhou em seu canal oficial no YouTube, um vídeo gravado em 360º das músicas I Am The Fire e Uncomfortable, em seu show na Mohegan Sun Arena em Uncasville, Connecticut no dia 02 de agosto.

    Assista abaixo:
  • Consequence of Sound: Lzzy Hale fala sobre álbum 'Vicious' e algumas músicas Pt.1

    Em entrevista ao site Consequence of Sound, a vocalista/guitarrista Lzzy Hale falou sobre algumas músicas do novo álbum "Vicious", lançado em julho e também sobre o álbum como um todo.
    Nós dividimos a matéria em duas partes e hoje, vocês podem conferir os comentários sobre "Black Vultures", "Uncomfortable", "Killing Ourselves to Live", "Vicious" e "The Silence".

    Leia abaixo:
    SOBRE “BLACK VULTURES” - QUE COMEÇA COM UM GRITO ÉPICO DE LZZY
    Esse grito em particular foi uma espécie de capricho, porque a primeira versão de “Black Vultures”, não tinha nada disso. Apenas começa com o riff. E, acho que foi o Nick [Raskulinecz], nosso produtor, ele [disse], "Ei, você pode fazer algo vocalmente no começo", então eu fiz isso e depois acabamos anexando-o ao começo. Então, acho que tivemos a decisão, “Oh, acho que devemos abrir o álbum com isso”.

    Nick definitivamente me desafiou ao dizer: "Você consegue deixar intenso, certo?" E eu estava tipo, "Claro, vamos fazer isso". Então, foi uma experiência legal.

    Mas essa música em particular... Nick estava trabalhando em um álbum do Alice in Chains na Costa Oeste, mas ele manteve seu estúdio aberto para nós, para que pudéssemos continuar escrevendo e ensaiando. E um dos nossos bons amigos do 10 Years, Brian Vodinh, acabou nos encontrando em Nashville uma noite e ele nos disse que queria ir ao estúdio, acabamos fazendo uma jam session e então falamos "Ei, vamos apenas escrever uma música, estamos aqui.". E ele é um ótimo compositor.
    No caminho para o estúdio, eu escrevi "vultures" (abutres), porque achei que era um nome legal, e então, havia pelo menos 20 abutres bloqueando a estrada, porque havia algo que eles estavam escolhendo, e eu fiquei tipo "Ooh, vultures!"

    E quando chegamos ao estúdio e o Brian apareceu, eu disse: "Eu tenho um título". Então, nós fizemos essa jam instrumental, e eu levei para casa e acabei escrevendo "Black Vultures”. Eu não percebi que a música era uma espécie de sobrevivência até depois que eu terminei.



    SOBRE O SINGLE 'UNCOMFORTABLE", O QUAL ATINGIU O NO.1 NA ACTIVE ROCK
    Eu conversei com alguns amigos sobre o mundo em que vivemos agora - tudo está online, tudo está por aí. E eu disse a eles que fiquei frustrada porque, em certo ponto, acho que postei algo como: “Lembre-se de ser bons humanos uns para os outros.” E eu vi muito ódio sobre isso. E é como, acho que deveria ser apenas uma verdade fundamental. Somos amaldiçoados se fizermos isso ou não, se não então podemos ser felizes. Apenas seja você mesmo, o faça satisfeito e feliz, e fazendo o que você quer fazer, apenas fazendo isso, sempre haverá pessoas que o odeiam por isso, ou isso os torna extremamente desconfortáveis. E assim, para mim, a palavra “desconfortável” surgiu muito, como, talvez, devemos nos orgulhar e nos divertir com o fato de que, sendo você mesmo, você deixará muitas pessoas desconfortáveis. E tudo bem.

    É incrível ouvir o feedback sobre isso e que acabou se tornando esse tipo de empoderamento, por isso estou feliz com isso.



    SOBRE A MÚSICA “KILLING OURSELVES TO LIVE”, QUE RELEMBRA O ROCK DOS ANOS 80 COMO HEART E DIO
    Nós acabamos escrevendo o refrão da ideia de nós quatro e de todos os altos e baixos que passamos, do trabalho duro que colocamos nisso, e, você sabe, literalmente se matando para viver - para poder fazer isso todos os dias. Nós tentamos fazer isso como uma balada de piano e isso não funcionou, então acabei mostrando o meu Dio interno nisso.

    Existem todas essas bandas que são absolutamente uma influência para nós, mas é engraçado como nós não necessariamente vemos isso como uma decisão consciente. É quase como uma reflexão tardia. É como "Oh, sim, eu posso ouvir isso lá". Nós usamos nossas influências em nossa manga.



    SOBRE A FAIXA TÍTULO, QUE APRESENTA A FRASE “O QUE NÃO ME MATA, ME TORNA VINGATIVO”
    Essa música em particular chegou na última hora. Eu adoro a palavra “Vicious”. Escrevi no meu bloco de anotações e fico um pouco obcecada com uma ideia quando me empolgo, então fiquei até às 4h da manhã uma noite, e tem a citação de Nietzsche, “O que não me mata, me fortalece”, e eu pensei tipo, “o que não me mata, me torna vingativa”. E pareceu meio comovente para o álbum naquele momento. Seja o estado do mundo ou as coisas do dia-a-dia que temos que passar, é muito mais do que apenas ser forte e resistir à tempestade. Você tem que ser feroz sobre isso, você tem que ser agressivo e lutar por si mesmo.

    Eu literalmente enviei uma mensagem para todos às 4h da manhã dizendo "Gente, nós temos que chamar o álbum 'Vicious'”. Porque nós íamos chamar o álbum 'Vultures', por um longo tempo, porque nós gostamos da música. Mas quanto mais eu pensava nisso, mais eu pensava que não havia como ter a palavra 'Vultures' em qualquer tipo de situação positiva. Tudo o que eu penso são pássaros ou coisas mortas. Então, todos voltaram e ficaram tipo, “Sim, absolutamente, isso faz muito mais sentido.” E acabou se tornando a missão para o álbum.



    SOBRE A BELA MÚSICA "THE SILENCE" QUE FECHA O ÁLBUM
    Nós quase não colocamos essa música no álbum. Nós íamos terminar o álbum com "Vicious". Esta é a razão pela qual um álbum de 11 músicas se tornou um álbum de 12 músicas. Então, o instrumental foi escrito pelo meu guitarrista, e por um bom tempo, eu estava tentando escrever algo até que uma noite, acabei escrevendo essa canção de amor. E esses vocais que você ouve são na verdade a demo que acabei fazendo em casa. Quando tentamos recriá-lo no estúdio, Nick ficou tipo: "Eu sinto algo com isso, então vamos deixar como está."

    Mas eu acho que é a primeira música de amor do Halestorm, porque é verdadeiramente minha opinião, e honestamente minha própria história pessoal em me apaixonar por alguém que você ainda se importa. Quando você encontrou alguém que é, na verdade, o amor da sua vida, e descobre que, não importa o que muda ao seu redor - o mundo pode acabar com tudo que importa -, mas tudo o que somos ainda permanecerá. Para mim, era uma maneira estranha de sair e dizer isso. Todos esses versos são verdadeiros. São situações que aconteceram na minha vida.

  • Lzzy e Joe falam sobre o novo álbum 'Vicious' e como a banda se sente sobre as críticas

    Em entrevista ao Associated Press, Lzzy Hale e Joe Hottinger falaram sobre a produção do novo álbum 'Vicious', como eles se sentem ao ler as críticas e resenhas sobre a banda e mais.

    Confira abaixo:

    NASHVILLE, TENNESSEE
    Quando o quarteto da banda Halestorm voltou ao estúdio para trabalhar em seu quarto álbum, eles já haviam jogado fora um monte de músicas que pareciam muito as que haviam gravado antes.

    Liderada pela vocalista Lzzy Hale, a banda tem lidado com os críticos há anos dizendo que eles se tornaram pop. Mas a banda não estava tentando agradar a todos, porque eles só queriam continuar evoluindo.

    "Nós estamos no nosso quarto álbum em uma grande gravadora e ganhamos um prêmio Grammy, e existe essa ideia de que se você teve sucesso, então, fica mais fácil", disse Lzzy, de 34 anos. "Realmente não, porque você colocou muito no mundo e você está tipo 'OK, o que vem depois?'"

    Seu novo álbum "Vicious", lançado dia 27 de julho, saiu de muita experimentação em um estúdio de Nashville, Tennessee, trabalhando com o aclamado produtor de rock Nick Raskulinecz, que já trabalhou com bandas como Foo Fighters e Alice in Chains. Lzzy Hale e seu irmão Arejay Hale, Joe Hottinger e Josh Smith tocam juntos há mais de 15 anos e Raskulinecz queria capturar ao máximo possível o som ao vivo.

    A banda de Pensilvânia também iniciará a segunda etapa de uma turnê com todas as bandas de rock lideradas por mulheres - incluindo In This Moment e New Year's Day - na sexta-feira em Kansas City, com paradas adicionais em Albany, Seattle e San Francisco. Uma terceira parte da turnê acabou de ser adicionada a partir de novembro.

    Lzzy Hale e Hottinger, conversaram com a Associated Press sobre como lidar com os críticos, descobrir novas inspirações e fazer turnês com outras bandas com líderes mulheres. As respostas foram editadas para maior clareza e brevidade.

    AP: Como foi no estúdio desta vez?
    Hottinger: Nós estávamos realmente tipo, "Como nós levamos esta banda para frente? Como fazemos algo interessante?" Porque parece que é realmente difícil encontrar um bom rock e algo que está forçando os limites um pouco. E (Nick) disse: "Bem, vamos começar com vocês quatro em uma sala e quem tem um riff? Vamos começar por lá".

    Hale: Ele se tornou fã de Halestorm antes de começarmos a trabalhar juntos. Então, quando nós ficamos animados com algo, ele falava, "Não, não, não. Eu vi o que vocês podem fazer ao vivo. Eu sei que você pode cantar mais forte, eu sei que você pode tocar mais rápido, que o seu irmão pode ser mais louco. Vamos juntar tudo o que faz de vocês serem quem realmente são. Vamos seguir em frente".

    AP: Existe um processo democrático para tomar decisões como uma banda?
    Hale: É interessante porque somos um quarteto há mais de 15 anos e é interessante como você se ajusta aos seus papéis. Todo mundo tem um grande respeito ao que todos trazem para a mesa. E nem todo mundo tem que se interessar pela mesma coisa.

    AP: Vocês ficam de olho nas críticas e resenhas de seus álbuns?
    Hale: Sim, mas nunca nos importamos com o que as pessoas pensam de nós. Eu acho que isso é porque crescemos, literalmente, no palco. Desde que tínhamos 13 anos, estávamos nos apresentando e toda noite as pessoas estavam nos julgando.

    Hottinger: É como se o primeiro álbum tivesse saído, ninguém realmente se importaria e a única coisa que você veria sobre nós fosse as coisas positivas porque as pessoas levariam o tempo pois estavam animadas.

    Hale: Nós sempre comentamos que algum dia as pessoas começariam a nos odiar, então conseguimos isso.

    Hottinger: Você não pode deixar todo mundo feliz e não vamos fazer isso. Eu acho que é ótimo, na verdade, quando você recebe algumas das boas críticas.

    Hale: Nós sempre fomos nossos maiores críticos e como qualquer obstáculo que está na nossa frente ou julgamento que está na nossa frente, nós geralmente o colocamos lá.

    AP: Isso parece um tema em todo o álbum, especialmente em músicas como "Uncomfortable", de não estar arrependido.
    Hale: Eu estava tentando descobrir como ficar bem em não ser a pessoa que deixa todo mundo feliz. E escrevendo um álbum e movendo esta banda para frente, especificamente para mim e meus colegas de banda e para mais ninguém. Então, isso aconteceu com muita honestidade nas letras.

    AP: Ao sair em turnê com outras bandas de rock de liderada por mulheres, você esperou mudar as percepções sobre o que os fãs do rock vão pagar para ver?
    Hale: Na metade dessa turnê, percebemos que o público não é mais de 60/40 de homem para mulher, o que geralmente é o que acontece em um show de rock. É 50/50 ou está completamente virado de cabeça para baixo. Então, estamos vendo esse tipo de mar de garotas que são como nós. Nós estamos meio que provando nessa turnê que essa música pesada é sem gênero.

    Hottinger: Você olha para a multidão e tem essas garotas que estão adotando esses momentos tradicionalmente masculinos, como momentos pesados ​​ou os gritos, e essas garotas estão amando isso. E você percebe que estes são apenas momentos de rock 'n' roll e não há gênero.

    Hale: Eu acho que o objetivo com a próxima etapa é realmente mostrar à essas garotas que este é um lugar para elas.
  • Loudersound: Track by Track de Vicious por Joe Hottinger

    Em entrevista ao site Loudersound (Classic Rock), o guitarrista Joe Hottinger revelou alguns detalhes por trás das músicas que compõem o novo álbum 'Vicious', recém lançado na última sexta-feira (27). 

    Confira as inspirações de cada música abaixo:
    "No final, foi como quando começamos a banda", diz o guitarrista do Halestorm, Joe Hottinger. "Como se estivéssemos de volta à Pensilvânia, tocando em bares, quando escrevemos músicas que sabíamos que seria legal ao vivo. Nós não fazíamos isso há anos. Nós recuperamos o nosso mojo. É um renascimento. É um Halestorm sem arrependimento." Hottinger está claramente animado com o novo álbum da banda, Vicious. Se o último álbum, Into The Wild Life, foi elogiado e condenado em igual medida por desviar-se para um som mais pop, o Vicious faz o que diz na lata: é corajoso, sexy, bombástico e cheio de fogo e imoderado
    "Nós nos aproximamos deste álbum sem saber o que estávamos fazendo", diz Hottinger. "No final de Into The Wild Life nós escrevemos 10 ou 12 músicas, e elas eram boas, mas nós não estávamos empolgadas com elas. Nós mostramos para o nosso produtor Nick [Raskulinecz] e ele nos disse, 'isso não é o álbum que queremos fazer do Halestorm!' e nós ficamos tipo 'Graças a Deus!'. Nós concordamos totalmente.
    "Então, sabíamos o que não queríamos fazer, o que é muito importante na hora de criar as coisas. Sabíamos que queríamos nos desafiar, queríamos desafiar o ouvinte e mudar o gênero. Isso soa um tanto sublime e pretensioso, mas queríamos aumentar um pouco a arte. Esse era o objetivo".

    Black Vultures
    "Que introdução matadora, né? Isso configura o álbum lindamente. Você ouve Lzzy arrancando as cabeças com sua voz. É incrível que ela seja capaz de fazer isso! Lzzy escreveu com Brian Vodinm da banda 10 Years.
    Estávamos dirigindo ao estúdio imaginando sobre o que iríamos escrever, passamos por um bando de abutres mastigando algo. Pensamos: 'Abutres Negros! (tradução de Black Vultures) Esse é um bom título!'. Algo está prestes a morrer, ou eles acham que algo está para morrer, e de nossa perspectiva, estávamos pensando: 'Não estamos mortos, filhos da pu**!'"

    Skulls
    "Eu gravo riffs no meu celular. É o marco zero para todas as minhas guitarras! Eu sempre nomeio alguma coisa para que eu possa descobrir o que é o que, e eu estava na minha casa no andar de cima com um monte de coisas de rock, deitado e pensei: 'Crânios! Isso vai servir!'
    Lzzy achou o riff incrível e começou a escrever melodias e letras. Gostamos do título, mas como você escreve uma música chamada Skulls que não é muito brega? Acabamos com frases sobre não ser apenas mais uma caveira vazia e não sendo um manequim.
    Há muitas coisas estranhas acontecendo no mundo hoje e não é uma música política. Nós realmente não falamos muito de política porque é tão divisivo, eu não quero fazer parte dessa divisão. Essa divisão é o inimigo, essa é a ideia da música: não seja divisivo. Eu não me importo em qual país em que você vive, há uma ameaça do mal acontecendo, e está tentando atrapalhar a paz e o modo de vida que todos atualmente têm".

    Uncomfortable
    "Isso veio de nossas primeiras sessões de escrita. O riff foi na verdade uma espécie de piada, mas Nick estava tipo 'Esse riff é legal!' e eu fiquei tipo "É isso?' e ele estava certo.
    Lzzy escreveu a melodia e a letra um mês ou dois depois... Todo o vocal sobre a palavra 'desconfortável' é tão legal e tão diferente. Poucas pessoas conseguem daquela forma.
    Estou muito feliz por ter sido o primeiro single, porque é parte de toda essa ideia de desafiar as coisas. Você pensa em Halestorm e vem na cabeça essas músicas amigáveis que as pessoas gostam de cantar ao ouvir rádio. É uma boa introdução ao álbum."

    Buzz
    "Nós estávamos sentados em uma praia na Austrália depois da turnê australiana. É a única vez em que estivemos em férias. Foi uma viagem sem instrumentos. Ninguém conseguiu nos segurar, então acabamos fazendo o que fazemos, bebendo e escrevendo músicas, cantando em nossos telefones e discutindo ideias.
    Essa música foi trabalhada durante alguns anos, por assim dizer, o loop de bateria montou o resto, e fomos capazes de divulgá-lo dentro de um dia ou dois. Lzzy terminou as letras e fez um ótimo trabalho.

    Do Not Disturb
    "Eu amo essa música. É uma reviravolta com certeza. Lzzy passou por essa fase há alguns anos sentada no teclado e escrevendo essas musicas engraçadas, eram como o electro pop dos anos 90. Eu acho que ela estava ouvindo Ray Of Light da Madonna o tempo todo. Ela entrou totalmente nisso. As músicas que ela escreveu eram todas bregas e pop, com todos esses sons de teclado loucos. Não é o que você esperaria ouvir de Lzzy!
    Elas não foram feitas para serem músicas do Halestorm, mas nós amamos Do Not Disturb e queríamos fazer isso em uma música rock. Nós tentamos e falhamos algumas vezes, mas nós apresentamos ao Nick e ele achou que poderia ser muito boa. Nós começamos a falar sobre isso e as ideias trouxeram nesse ritmo lento. Não há palavrões, mas a música é tão suja, cara. Deve haver uma classificação nessa música. É uma viagem. Ela faz os olhos das pessoas se abrirem largamente e se você puder fazer isso com música, você está fazendo a coisa certa".

    Conflicted
    "Estamos um pouco conflituosos sobre a música. Foi uma música que o cara da A&R nos trouxe. Foi escrito pela metade e ele pensou que poderíamos finalizar. E tentamos qualquer coisa - qual é o pior que poderia acontecer?
    A música foi uma batalha para nós. Fizemos nove ou dez versões diferentes e fizemos uma grande versão de rock que era a minha favorita, mas não foi essa que acabou no álbum. E tudo bem!
    Eu ainda gosto do que fizemos, é uma sensação tão diferente, especialmente do jeito que o álbum é sequenciado. É uma versão suave e minimalista da música, eu acho que a Lzzy terminou lindamente. É meio agradável e meio divertida, então fod*-se!

    Heart Of Novocaine
    "Isso foi divertido. Foi uma maneira totalmente diferente de abordar uma música para nós. Lzzy chegou em casa uma noite com a música no piano e terminou em uma ou duas horas. Nós a trouxemos para o estúdio no dia seguinte, geralmente temos uma música de piano no álbum, e Nick ficou tipo 'De jeito nenhum, cara! Vamos fazer isso acústico!'
    Então, eu peguei um violão e acabei construindo lá no estúdio. Eu comprei um velho sintetizador Moog Model D, então está lá também, depois de um dia ou dois a música foi concluída. Foi uma maneira divertida de escrever uma música e funcionou muito bem".

    Painkiller
    "Nós fizemos essa música com Scott Stevens [compositor que escreveu oito músicas no Into The Wild Life]. Ele veio até nós com a ideia, tinha um pouco de verso e um pouco de refrão, nós adicionamos o restante e finalizamos. Foi bem direto, ao contrário do modo como abordamos a maioria das outras músicas do álbum. É um riff direto. Adoro a energia disso!"

    White Dress
    "Estou feliz por White Dress e Vicious estarem lado a lado no álbum. É um título que Lzzy teve por um tempo. Ela estava trabalhando nesse conceito de não ser uma princesa de conto de fadas: desculpe desapontá-lo se estou sendo eu mesmo, mas não posso ser mais ninguém.
    Eu tinha uma nova guitarra. Eu fui para o Imperial Vintage em Los Angeles. Eles são os únicos negociantes nos EUA para guitarras do Manson [feitos pelo luthier britânico Hugh Manson]. Eu vi Matt Bellamy do Muse tocar uma, mas eu nunca tinha tocada e eu fiquei totalmente obsessivo por essa guitarra. Tem um Fuzz Factory [fuzz box] no fundo e um Sustainiac [pickup], eu estava tipo 'Puta merda!' Eu tenho que comprar'.
    Eu escrevi dez músicas nesta guitarra e esta é a primeira música em que foi usada. É uma ótima música, tem uma mensagem legal de Lzzy e eu tenho que usar minha Manson. Então, eu estou animado!"

    Vicious
    "Esta foi provavelmente a última música que escrevemos para o álbum. Quando Lzzy gosta de um título, ela apenas começa a escrever. Ela acabou criando toda a música. Ela nem sequer teve uma melodia, apenas páginas de letras e ideias. Ela escreveu com Kevin e Kane Churko (pai e filho produtores) em Vegas, durante a última sessão de gravação do álbum.
    Nós íamos chamar o álbum de algo totalmente diferente, mas quando saímos com esse título, sabíamos que era assim que o álbum deveria ser chamado.
    Eu tinha o riff já escrito no meu Manson e nós apenas juntamos tudo. Lzzy parece incrível e o grito no final é matador. É cruel, cara"

    The Silence
    "Nós íamos fazer um álbum de 11 músicas e terminá-lo com Vicious, mas parecia incompleto. Então, decidimos terminar com The Silence e eu estou tão feliz por termos feito isso. Nós tínhamos a música e a melodia por cerca de cinco anos, sempre soubemos que precisava de uma letra especial.
    Toda vez que tentamos, não estava certo, mas no meio desse processo de escrita eu fiz uma nova demo e Lzzy colocou um ponto focal. O vocal que você ouve é na verdade a partir da demo, da noite em que ela escreveu e ela arrebentou.
    Ela é tão doce como um ser humano, com um amor tão puro. Ser capaz de escrever algo usando suas próprias memórias pessoais misturadas com essa grande ideia de amor que supera as pirâmides é lindo. Estou muito feliz por ter feito este álbum"
  • Halestorm apresenta algumas músicas do 'Vicious' ao vivo

    No mesmo dia do lançamento do novo álbum Vicious (27), o Halestorm subiu ao palco pela turnê americana com as bandas In This Moment e New Year's Day.

    A banda apresentou ao vivo pela primeira vez, as músicas Skulls, Killing Ourselves To LiveDo Not Disturb e Vicious. E no sábado (28), houve também uma nova apresentação de Heart of Novocaine e White Dress.

    Seguem abaixo as apresentações que foram gravadas pelos fãs presentes no Silverstein Eye Centers Arena, Missouri (27) e Dubuque Fair, Iowa (28).

    Skulls


    Killing Ourselves To Live



    Do Not Disturb


    Vicious



    Heart of Novocaine

    White Dress
  • 'Vicious'


    Na última sexta-feira (27), o Halestorm lançou o seu quarto álbum de estúdio, 'Vicious' foi gravado no começo do ano, no estúdio Rock Falcon em Nashville e produzido por Nick Raskulinecz. No Japão e nas lojas americanas Walmart, o álbum foi lançado com duas músicas extras.

    Tracklist completa:
    1. Black Vultures
    2. Skulls
    3. Uncomfortable
    4. Buzz
    5. Do Not Disturb
    6. Conflicted
    7. Killing Ourselves To Live
    8. Heart Of Novocaine
    9. Painkiller
    10. White Dress
    11. Vicious
    12. The Silence
    Versão Walmart
    13. Nobody
    14. Letters
    Versão Japonesa
    13. Tokyo
    14. Love Bites (So Do I) (Live in Philly 2015)
    Para quem gosta de colecionar os álbuns da banda, o mesmo está em pré-venda no Brasil pelo site da Saraiva por R$34,90 com lançamento previsto para o dia 24 de agosto. Clique aqui para conferir.

  • Halestorm apresenta 'The Silence' ao vivo


    Ontem, o Halestorm apresentou pela primeira vez, a música 'The Silence' do novo álbum 'Vicious' que será lançado no dia 27 de julho.

    Confira:
  • Audio oficial: Black Vultures



    Foi disponibilizado hoje, o audio oficial da música "Black Vultures" que fará parte do novo álbum, "Vicious" que será lançado no dia 27 de julho. Vale recordar que foi a primeira música do novo álbum a ser apresentada ao vivo, quando o mesmo ainda não teve detalhes divulgados, relembre aqui.

    Ouça:
  • Halestorm fala sobre o novo álbum 'Vicious'

    Recentemente, o Halestorm concedeu uma entrevista ao Build Series em Nova York, a banda conversou sobre os detalhes do novo álbum 'Vicious' que será lançado no dia 27 de julho e seu primeiro single 'Uncomfortable'.

    Confiram:

    Sobre 'Vicious' ser o álbum que mais parece com o Halestorm:
    Lzzy Hale (vocalista/guitarrista): "Na minha opinião, esse será o primeiro álbum... E nós sempre falamos isso, mas esperamos que tenhamos tornados melhores músicos conforme o tempo e cada álbum lançado. Mas esse será o primeiro álbum que vocês realmente poderão ouvir os quatro cantos do Halestorm e o que nos torna uma banda. E se vocês já nos viram ao vivo, eu acho que é o mais próximo do que viram. Em muitos desses álbuns que lançamos, 'Ok, nós temos uma música cativante e eu canto nela', e então é sobre isso. Portanto, há tantas camadas diferentes para esse álbum que tenho orgulho de mostrar à todos."
    Sobre como eles conseguiram transferir essa sensibilidade ao vivo para o estúdio:
    Joe Hottinger (guitarrista): "Eu acho que muito disso tem a ver com trabalhar com Nick Raskulinecz, nosso produtor. Ele é incrível. Ele é um grande fã de rock and roll. Por exemplo, nós tocamos em Nashville e ele foi no meio da multidão simplesmente enlouquecendo. Ele simplesmente adora isso."
    Tempo que levaram para compor o álbum "Vicious":
    Josh Smith (baixista): "Já faz mais de um ano. Mas nós também fizemos tudo - quase tudo - no estúdio de Nick, desde a pré-produção e a composição das músicas, passando-as e gravando-as como uma demo e depois gravamos novamente com algo mudado. Muitas dessas músicas foram gravadas três ou quatro vezes antes disso."
    Se eles entraram no estúdio com todas as músicas escritas:
    Lzzy: "Não, de jeito nenhum. Geralmente é assim que fazemos - quando temos todas as músicas prontas, todo mundo as aprovam, então nós vamos ao estúdio por um mês e gravamos. E depois a gente conversa sobre, tipo, "é bom? Eu não sei". E desta vez, não. Nós realmente não sabíamos em que direção queríamos nos colocar."

    Joe: "Nós tentamos fazer isso. Quando foi mesmo? Verão de 2016, naquele inverno e outono, nós escrevemos um monte de músicas e elas ficaram boas. Elas eram realmente boas - elas teriam se saído bem na rádio e teria sido um bom álbum - mas não foi bom o suficiente. E nós sabemos, apenas como uma banda e como um gênero, nós temos que descobrir como nos elevar um pouco, fazer algo um pouco diferente e um pouco mais. Então, nós fomos para o estúdio em janeiro passado com o Nick e nós estávamos tipo, "Nós não sabemos o que fazer, cara. Nós escrevemos tudo isso e sabemos que está tudo bem, mas queremos ser melhores que isso.' Então ele nos disse, 'Tudo bem. Legal. Vamos começar com nós cinco em uma sala, conecte-se e vamos começar a tocar. Mostre-me o que você tem.'"
    Novo single "Uncomfortable":
    Lzzy: "Liricamente, isso é sobre não ter remorsos de você mesmo. É algo que nós meio que defendemos e que eu tenho conversado muito com os fãs. On-line, eu tenho um relacionamento incrível com essas pessoas que são bobas o suficiente para nos seguir. Especialmente atualmente, você não pode deixar todo mundo feliz - você simplesmente não pode - e eu sei que tem sido uma luta pessoal para mim ao longo da minha vida. Tudo bem se você não puder deixar todo mundo feliz. Faça-se feliz, seja você e tenha orgulho de que, sendo você mesmo, você deixará muita gente desconfortável."

    Arejay Hale (baterista): "Este foi um dos primeiros jams que fizemos no estúdio. Parece que toda vez que vamos ao estúdio depois da turnê, nos sentimos como uma panela de pressão. Parece ser um padrão. Com o último álbum, foi 'Mayhem'; com anterior dele, foi 'Love Bites'. Essas músicas, nós ficamos como: 'Nós só queremos fazer algo louco, com muita energia, divertida de tocar e muito divertido de se ouvir - coisas que gostaríamos'. E apenas por pura sorte, acabam sendo o primeiro single. Todo mundo na equipe pensou "Sim, nós gostamos da energia disso. Vamos fazer isso."
    Se críticas sobre "Into The Wild Life" (2015) soar pop acabaram influenciando a direção musical de "Vicious":
    Lzzy: "Sim, absolutamente. A melhor coisa sobre os álbuns, nós tratamos toda a nossa carreira como... momentos da nossa vida. E na época em que estávamos escrevendo o último álbum, 'Into The Wild Life', eu acabei escrevendo muitas músicas no piano, era apenas o tipo de humor que nós estávamos. Três de nós nos mudamos para Nashville, então conhecemos esse produtor, fomos a primeira banda de hard rock que ele trabalhou."

    Arejay: "Uma coisa legal sobre Nick, foi que ele nos viu ao vivo várias vezes, então ele entendia o que nós éramos. Muitas pessoas dizem 'Uau, vocês soam tão diferentes ao vivo', então ele nos disse "Sabe de uma coisa? Aposto que eu poderia capturar isso", e é por isso falamos que este é álbum que mais se parece com o Halestorm até hoje."
  • 2013: Show solo

    A primeira vinda da banda ao Brasil foi em turnê do álbum ' The Strange Case Of...', com um prêmio do Grammy na bagagem, o Halestorm se apresentou no Carioca Club em São Paulo.

    2015: Rock in Rio

    Pela primeira vez na história da banda, o Halestorm se apresentou no grande Rock in Rio, marcando também sua primeira apresentação no Rio de Janeiro.

    2016: Maximus Festival

    No dia 07 de setembro, em feriado nacional, o Halestorm realizou a sua terceira apresentação no Brasil pelo Maximus Festival que aconteceu no Autódromo de Interlagos em São Paulo.